
Eu fico pensando em coisas como "o que fiz de errado, o que seria melhor, fui excessivo?", nada me convém.
As vezes, devagar claro, me vêm um sorriso. De terceiros é claro.
No ponto de ônibus, acabei lendo uma poesia, já não o fazia há tempos, creio que medo de ler algo que me remetesse ao passado. Na lógica, acabei constatando que meu passado está em meu presente. Meu passado já meu superou há anos, e eu aqui. Círculo vicioso! Infinito.
Meu finito não sei quando e onde me espera. Não sei se estou pronto pra dar um último adeus. Aqueles do tipo virar sem olhar pra trás (olhar me faria [re]pensar antecipadamente na volta). Na verdade, queria adiar a partida (por quê? não faço ideia). De nada adiantaria ficar aqui, ficar com uma tonelada de flores vermelhas e brancas. Ficar sem poder dá-las a ninguém. Talvez, ninguém seja uma ótima companhia.
Companhia o que é isto? Tenho que praticar meu social. Minha atuação está em défcite.
Cia. me limita ao só, somente só. Tormenta sazonal.